Acabo de assistir ao filme MAMA - produzido pelo genial Guillermo del Toro e dirigido pelo estreante Andres Muschietti. Primeiramente vamos esclarecer algumas coisas: não me considero um crítico e sim um "comentarista"; e, todo filme que é avaliado por mim não está sendo comparado com outro e, sim, em sua proposta, recebe a nota que equivale à "correspondência" entre o material publicitário e o conteúdo da obra. Dito isto, vamos ao comentário: MAMA é bem legal! Extremamente tenso em alguns momentos, os personagens têm uma certa profundidade e há esforço do diretor e do elenco em criar verossimilhança (uma baixista de banda, um designer...em suma, pessoa que têm suas vidas normais). A história é interessante, as crianças dão conta do recado. E tem algumas passagens geniais (o abraço imobilizador da personagem de Jessica Chastain (Annabel); O reconhecimento do tio pela sobrinha ao colocar os óculos) e outras PERFEITAS (as imagens de sonhos e aquela em que Annabel "recebe" a história do espírito - em um sonho também, e, lembra as imagens da fita em "O Chamado" - é a melhor cena do filme diasparado! Mas porque não é um grande filme? Pelo simples motivo de que.....é igual a tudo!!! Pronto, falei!!! De novo góticos, sustinhos, criancinhas, desenhos "macabros" de crianças, fotografia descolorida....até o design da MAMA é legal, mas, o final (que não vou contar, óbvio) é meio "Ah! Que apoteótico!!!"...faltando um toque mais sério e profundo (como a obra poderia ter). Bem...é acima da média e vale a pena ver... mas, infelizmente, em momentos cruciais...é mais do mesmo! Valeu a intenção, mas, o cinema de terror está precisando se reinventar. Quem sabe a refilmagem do Clássico Evil Dead vai mais longe? Nota 7,0!
Mostrando postagens com marcador Gótico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gótico. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 17 de abril de 2013
MAMA, apesar de tenso e de ter imagens belíssimas em sonhos, é mais do mesmo. Mas valeu a intenção.
Acabo de assistir ao filme MAMA - produzido pelo genial Guillermo del Toro e dirigido pelo estreante Andres Muschietti. Primeiramente vamos esclarecer algumas coisas: não me considero um crítico e sim um "comentarista"; e, todo filme que é avaliado por mim não está sendo comparado com outro e, sim, em sua proposta, recebe a nota que equivale à "correspondência" entre o material publicitário e o conteúdo da obra. Dito isto, vamos ao comentário: MAMA é bem legal! Extremamente tenso em alguns momentos, os personagens têm uma certa profundidade e há esforço do diretor e do elenco em criar verossimilhança (uma baixista de banda, um designer...em suma, pessoa que têm suas vidas normais). A história é interessante, as crianças dão conta do recado. E tem algumas passagens geniais (o abraço imobilizador da personagem de Jessica Chastain (Annabel); O reconhecimento do tio pela sobrinha ao colocar os óculos) e outras PERFEITAS (as imagens de sonhos e aquela em que Annabel "recebe" a história do espírito - em um sonho também, e, lembra as imagens da fita em "O Chamado" - é a melhor cena do filme diasparado! Mas porque não é um grande filme? Pelo simples motivo de que.....é igual a tudo!!! Pronto, falei!!! De novo góticos, sustinhos, criancinhas, desenhos "macabros" de crianças, fotografia descolorida....até o design da MAMA é legal, mas, o final (que não vou contar, óbvio) é meio "Ah! Que apoteótico!!!"...faltando um toque mais sério e profundo (como a obra poderia ter). Bem...é acima da média e vale a pena ver... mas, infelizmente, em momentos cruciais...é mais do mesmo! Valeu a intenção, mas, o cinema de terror está precisando se reinventar. Quem sabe a refilmagem do Clássico Evil Dead vai mais longe? Nota 7,0! segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Discos que mudaram minha vida - Parte IV
Estamos aqui, mais uma vez com os discos que fizeram minha história, continuo com a árdua e prazerosa tarefa a seguir:
31. Guns n’
Roses – Apetitte for Destruction:
Do Guns não tem como
escolher outro disco. Quebrou estruturas mesmo, mudou toda uma geração. Junto com o disco do Nirvana são
clássicos dos 90. Appetitte for Destruction mostrou como se faz rock com
pulsação, sangue, suor, álcool e raça (e umas "coisinhas" mais). Todos foram
influenciados pelo Guns depois disso. O Rock voltou a ter solos de guitarra com
musicalidade.
32. Red Hot
Chili Peppers – Mother’s Milk:
O Red Hot demorou para estourar no Brasil (e no
mundo). e tanbém desconstruiu o hard rock mesclando-o com o funk. Os
pirados saltitantes liderados pelo Flea já conquistaram seu lugar na História. Porém, antes do disco que os projetou, o pesado "Blood Sugar Sex Magic", eles tinham lançado sua obra-prima. Desfiador! Novo!
Criativo! Diferente! Não tem como deixar de atruibuir 5 estrelas ao espetacular
"Mother's Milk".
33. Bauhaus –
Mask:
O Brasil estava separado do mundo pelo boqueio das importações. Ninguém tinha
noção da revolução musical que acontecendo
na Inglaterra. Asisti na época a um filme chamado "Fome de Viver" com
David Bowie e Catherine Deneuve e dirigido por Tony Scott (nada menos do que irmão de Ridley Scott). A abertura mostrava uma banda muito
inovadora. Eu nunca tinha visto nada parecido. Decadas se passaram e o Bauhaus continua uma das bandas mais
criativas que conheço. Mask é a porrada mais forte da banda!
34. The Clash –
London Calling:
Voltando um pouco no tempo... a música sofreu uma revolução no
meio dos anos 70. Atualmente estou re-pesquisando esta banda que foi
importantíssima influenciando toda uma geração. Atualmente até a primeira dama Carla
Bruni se confessou fã dos caras. Ou seja, o Clash conquista qualquer um que
goste de música criativa, independentemente de preferência por gênero. London Calling misturou ska, reggae, pop, funk, punk e este coquetel de estilos é a grande obra-prima deles.
35. Midnight
Oil – Diesel and Dust:
Bem mais tarde saiu no Brasil um disco de uma banda
australiana que já era antiga - e por isso está listada aqui antes de outras
que também são importantes. Aqui o Midnight Oil estourou com um disco tardio,
mas igualmente relevante... Diesel and Dust tem belas melodias e o vocal
esquizofrênico do Peter Garret, sempre carismático, no comando da banda...
36. Simple
Minds – Once Upon a Time:
Simple Minds foi outra banda que tinha uma carreira
respeitável antes de estourar no Brasil. Como acontece às vezes, a moda alcançou
esta genial banda escocesa. Por um acaso, chegaram aqui na hora certa. Seu melhor
disco é o álbum "Once Upon a Time". Em seguida fariam o superhit "Don't You
Forget About Me" (que não entrou no álbum). É praticamente impossível melhorar esse disco. Somente se "Don't you.."
estivesse nele.
37. U2 – The
Unforgettable Fire:
Meados de 1985.O Rock in Rio I tinha abalado totalmente as
estruturas do Brasil. As fronteiras foram abertas...porém o planeta também
abria seus braços para uma nova concepção política - amparar os países do 3º
mundo e influir nas ditaduras africanas. A paz e o amor deveriam vencer novamente.
Com um protesto ao massacre dos cristãos pelos protestantes na Irlanda (Sunday Bloody Sunday) uma
banda se insurge e, em pleno Live Aid, apresenta ao mundo um novo estilo de
música e comportamento. Os próximos 10 anos seriam banhados pelo estilo
neo-psicodélico e até hoje o U2 mantém hasteada a bandeira de uma das maiores
bandas do mundo. Naquela época estava sendo lançado “The Unforgettable Fire” –
disco que me marcou pela beleza das melodias, especialmente a faixa-título,
“Bad” e “Pride (In the Name of Love)". Impossível para quem viveu esta época não
se emocionar quando Bono a dedica a Martin Luther King....perfeito! Sem falar na
belíssima capa.
INXS sempre foi uma banda que curti muito. Estilo
próprio, pop bem tocado, baixo e bateria com alto entrosamento, proposta
original e, principalmente, um grande vocalista. Michael Hutchence não só tem
uma grande voz, mas uma presença de palco que não deixa niguém parado. O melhor
disco na minha opinião é o anterior ao "Kick". "Listen Like
Thieves" é original, Pop, Adulto e o mais importante: maduro. O INXS
estava pronto para atingir o mundo!
39. Duran Duran – Arena:
Ok entendo que hoje, após a retomada do Heavy - com
Metallica e Pantera, o new wave perdeu a força, mas, prá quem curtiu aquela
época, era impossível não se emocionar ao ouvir o álbum ao vivo do Duran Duran
- Arena. Ótimo disco que antecedeu ao lançamento do VHS no Brasil - na época em
que não era possível comprar as fitas, só alugá-las. Duran Duran, junto com o
visionário diretor de clips Russel Mulcahy (que dirigiu o filme
"Highlander") criou toda uma concepção artísitca que extrapolava a
simples música. Os videoclips estvam virando uma forma de arte.
40 R.E.M. – Fables of
the Reconstruction of the Fables...:
Ao retornar das minhas férias em Floripa - cheguei em
Sanra Maria e, pela primeira vez em minha vida, não fui para nossa casa antiga,
pois, a havíamos vendido. Cheguei e fui prá noite. No outro dia quando acordei
- meu irmão estava ouvindo um disco de manhã. Os intervalos dissonantes,
estranhos, conflitantes, mas ao mesmo tempo libertos das formas musicais
conhecidas, encheram minha cabeça com uma nova concepção sonora. Compus, anos
mais tarde uma música inspirada em "Feeling Gravity's Pull" do R.E.M
(do álbum "Fables of the Reconstruction" - ou "Reconstruction
of the Fables"). Desde esse dia a banda entrou na miinha lista de
favoritas..
Marcadores:
Bauhaus,
Duran Duran,
Funk,
Gótico,
Guns n' Roses,
Hard Rock,
INXS,
Midnight Oil,
Neo-psicodélico,
New Wave,
Pop,
Punk,
R.E.M.,
Red Hot Chili Peppers,
Reggae,
Simple Minds,
Ska,
The Clash,
U2
Assinar:
Postagens (Atom)










